Videogames não influenciam a violência

Esse assunto voltou a tona na grande mídia após o massacre na Escola Raul Brasil que aconteceu no ontem no dia 13 de março em Suzano.

Um dos assassinos era um jogador de Free Fire, um jogo mobile do gênero Battle Royale, isso acabou causando um reboliço maior do que devia e colocando até mesmo os jogos como os principais agravadores da atitude dos assassinos de chegar a fazer aquele massacre.

Foram feitos dois estudos mais recentes sobre o assunto e ambos comprovam que NÂO há nenhum efeito negativo, no estudo foi feito pelo “UK Millennium Cohort”, um relatório do Reino Unido com dez anos de duração, que foi publicado pela British Medical Journal, observou como as crianças são afetadas psicologicamente pelos produtos do mercado do entretenimento.

O outro estudo feito por pesquisadores da Universidade de Oxford, não encontrou nenhum tipo de de relação de aumento de agressão entre adolescentes que jogam jogos violentos, os dois estudos estarão linkados.

Nós do Bota a Ficha achamos importante passar essa informação para mostrarmos que videogames não influenciam a violência, e sim é um novo meio de arte que nos proporciona experiência e histórias de vida únicas e que não deve ser relacionado a qualquer massacre que ocorre em um meio que foi criado primeiramente para entretenimento, que acabou virando algo a mais com o passar dos anos, uma experiência de como contar e vivenciar uma história.

Não é proibindo um jogo de celular no Brasil que vai solucionar um caso de massacre, não é o banimento de um jogo que vai fazer aquelas crianças que foram assassinadas a sangue frio descansar em paz, é sim investindo na nossa educação e não cortando a verba delas, não é banindo um jogo e muito menos armando o professor que irá solucionar o caso, chega de usar os videogames como principal veículo motivacional para um massacre.

Nós do site Bota a Ficha nos solidarizamos com as famílias que perderam seus filhos no massacre, e que de alguma forma encontrem a paz que essas famílias precisam.